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Ministro da Ciência do Brasil defende em Cabo Verde Centro Internacional de Investigação do Atlântico

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O ministro brasileiro , que falava na abertura do 3º Diálogo Indústria-Ciência-Governo, que decorre na Cidade da Praia, capital de Cabo Verde, hoje (07) e terça-feira (08), assegurou que o Governo brasileiro vai continuar a apoiar este projeto inovador,  alinhado ao Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Promovido pelo Ministério da Educação de Cabo Verde, o encontro, que reúne investigadores, empresas, governantes nacionais e internacionais, visa promover soluções assentes no conhecimento para os desafios do atlântico e da sociedade global que requerem investigação interdisciplinar e inovação em complexos sistemas de observação da Terra, através de cooperação internacional.

O Centro Internacional de Investigação do Atlântico (AIR Center), que será implementado até ao final deste ano, nos Açores (Portugal), vai contar com 15 instituições de oito países, nomeadamente Cabo Verde, Portugal, Angola, Brasil, Nigéria, Espanha, Uruguai e o Governo Regional dos Açores e terá como observadores o Reino Unido, a África do Sul e a Argentina.

“A iniciativa vai proporcionar aos países que têm convivência mais próxima do atlântico, mas também toda a humanidade, um maior aproveitamento dos trabalhos e pesquisas desenvolvidos e que darão uma contribuição muito grande para o bem-estar e progresso da humanidade”, sublinhou, frisando que Brasil está disponível para ajudar e fazer com que os objetivos do Air Centre sejam alcançados.

Kassb disse também ser necessário enfrentar “problemas globais”, como o lixo no mar, plástico, poluentes químicos e tudo aquilo que ameaça uma nação, sublinhando que é através da ciência e do desenvolvimento, em conjunto de novas tecnologias, que é possível ultrapassar esses desafios

Por seu turno, o secretário de Estado da Ciência e Tecnologia de Angola, Domingos Neto, partilha da mesma opinião de que o AIR Centre será muito importante, uma vez que constitui uma oportunidade de investigação, mas também de acelerar aquilo que é uma caminhada para a excelência, onde o principio da competitividade será crucial.

“As acções a serem implementadas entre projetos que visam competitividade e que poderão apoiar indústrias, mas também projetos integradores que possam olhar as insuficiências de alguns países que fazem parte desta iniciativa”, constatou, afirmando que este projeto deverá ter em conta os países que partem de base ou seja menos desenvolvidos.

Em relação a Angola, assegurou que estão a trabalhar numa série de iniciativas ao nível do sistema da ciência. tecnologia e inovação que visam estabelecer uma melhor identificação de intervenientes e ações.

“Neste contexto, foram identificadas instituições ligadas ao estudo do clima, tendo com foco o atlântico e outra ligada à física da atmosfera”, acrescentou.

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