MUNDIAL 2018: “Um jogo duro” para Espanha, mesmo com “super-jogadores” - Radio Atlântico Cabo Verde

Radio Atlântico Cabo Verde

O som que nos une!

loading...

MUNDIAL 2018: “Um jogo duro” para Espanha, mesmo com “super-jogadores”

Partilhar artigo
Desde o Mundial de 2006, disputado na Alemanha, que a Espanha não consegue vencer o primeiro jogo. O empate frente a Portugal não foi, de todo, um mau resultado, mas a vitória do Irão sobre Marrocos veio complicar as contas aos espanhóis. “La roja” está obrigada a vencer o jogo de quarta-feira, de modo a transitar para uma posição mais confortável no Grupo B. O Irão, por sua vez, precisará de surpreender novamente e pontuar, de modo a ficar a um passo do apuramento para os oitavos-de-final, algo inédito na história da selecção do Médio Oriente. O encontro de amanhã à noite (19h), em Kazan, assinala, também, o primeiro duelo entre Espanha e Irão no Mundial.

Na conferência de antevisão à partida, Andrés Iniesta garantiu que, apesar de nociva, a saída de Julen Lopetegui foi ultrapassada pelos jogdores: “Queremos deixar para trás essa mudança. É verdade que não foi benéfica para ninguém, mas confiamos no nosso treinador e estamos prontos para seguir em frente”.

Fernando Hierro tem, na quarta-feira, uma segunda oportunidade para conquistar os três pontos. Porém, a partida frente ao Irão não será favas contadas, alertou o seleccionador espanhol: “[O Irão] é uma selecção sólida, na defesa e no ataque. Não é nada fácil marcar-lhes golos. É uma equipa poderosa a nível físico e será um jogo muito duro”.

Fácil será a decisão para a baliza espanhola, garantiu o treinador, assegurando que o erro de De Gea no jogo inaugural não beliscou a confiança no guardião: “Ele vai jogar de início e temos total confiança nele”, rematou Hierro.


Do lado iraniano, a vitória sobre Marrocos, na sexta-feira (1-0), significou o fim de um “enguiço” que se prolongava há 20 anos. Em 1998, o Irão venceu os EUA por 2-1 e, desde então, não conseguira somar nova vitória na competição. Depois de quebrar a “maldição”, Carlos Queiroz, técnico do Irão, estava claramente bem-disposto na conferência de antevisão do jogo. O português afirmou que a chave para pontuar dependerá do aproveitamento das (poucas) oportunidades de que espera dispor: “É muito difícil ganhar à Espanha, mas acho que o mais importante é a nossa atitude como grupo. Tentaremos aproveitar qualquer oportunidade que possamos ter”.

Queiroz reconhece a diferença de qualidade entre as formações, mas acredita que os seus atletas estão à altura do desafio: “Não temos super-jogadores como a Espanha. Quanto mais difícil for, mais os nossos jogadores lutam. Veremos o que acontecerá depois dos 90 minutos. Temos de fazer o melhor jogo de sempre”.

Do lado iraniano, a única baixa de peso é o central Cheshmi, cuja continuidade na competição está em dúvida devido a uma lesão muscular. O capitão da formação iraniana, Masoud Shojaei, demonstrou tristeza pela ausência do colega de equipa, mas acredita que a equipa irá superar a sua ausência: “Apesar de não termos a sua presença, temos uma boa razão para lutar, que é fazê-lo feliz e dedicar-lhe os bons resultados”.

Sem comentários:

Enviar um comentário

INFORMAÇÃO

Algumas fotografias utilizadas neste site e alguns artigos são provenientes de outras fontes como Jornais, Revistas, Blogues, órgãos de comunicação social, bases fotográficas estrangeiras e motores de busca. Todos os artigos tem a fonte da foto e da noticia no final do mesmo. Se alguma entidade se sentir lesada ou não permitir a utilização de algum conteúdo utilizado neste sítio comunique-nos, por favor, e prontamente será retirado.